17 de maio de 2016

Papeando com os Três Porquinhos

Foi difícil reunir os três porquinhos, mas adivinhem só…
O Blog Biruta Gaivota conseguiu uma entrevista exclusiva com Lucas, Luís e Leonardo, que protagonizam Três Porquinhos na Floresta!
Temos que agradecer ao autor Caio Riter que, entre uma viagem e outra dos porquinhos, conseguiu reuni-los para esse bate-papo.

Vamos lá?

Porquinhos, ficamos curiosos aqui na editora para saber se vocês já haviam alguma vez cruzado com o lobo mau na floresta… Ou só conheciam sua fama?

(Os porquinhos se olham. Leonardo é quem responde)
LEONARDO: Olha, cruzado, cruzado com ele, assim, de ficar frente a frente, a gente nunca tinha cruzado não. Mas nossa mãe sempre falava nele. Sempre nos amedrontava, dizendo que na floresta havia um lobo terrível, capaz de devorar meninas encapuzadas e de derrubar casa de porquinhos com apenas um sopro. Uma vez, de fato, eu o vi a distância. Eu estava voltando da escola de surfe e vi uma criatura bizarra, bem peluda, uivando sobre um monte. Ele não me viu. Aí aproveitei e peguei um atalho pra chegar em casa rapidinho.

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O mago do cavalo amarelo, que enfeitiçou o príncipe para virar lobo, aprontou mais alguma na floresta?

LUÍS: Várias. Nem te conto.
LUCAS: Ah, uma vez, ele andou transformando dois irmãos, o João e a Maria, em formigas. Ficou irritado por eles terem destruído a sua irmã, uma tal bruxa que vivia numa casa cheia de doces. Ah, que delícia.
LUÍS: Pô, Lucas, quem tava falando era eu… Bem, além disso que o Lucas contou, o Mago também resolveu que preto, marrom ou branco, não era cor de cavalo. Aí saiu colorindo todos os cavalos que encontrava pelo caminho. Pintou um de verde, outro de azul, dois de roxo, quatro de vermelho com bolinhas laranja, e um de amarelo. Que é o que ele resolveu usar. E isso tudo usando apenas a sua magia.
LEONARDO: Isso tudo é a mais pura verdade. Ah, e dizem que depois este tal mago foi embora da floresta. A última vez que ele foi visto estava passeando pelo mundo de Oz.

Luís, sabemos que você toca vários instrumentos… Tem algum deles que você domina melhor? Você pensa em montar uma banda?

Ah, eu gosto de todos. Toco flauta, piano, violoncelo, guitarra, violão e até berrante. Já pensei em criar uma banda. Ela ia se chamar “Luís e os outros”. Só que nenhum dos outros quis participar por não gostar muito do nome. Não sei bem o porquê. Então, fico eu mesmo tocando e sambando sozinho. Agora estou aprendendo a tocar bateria.

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Lucas, onde você aprendeu a cozinhar tantos quitutes deliciosos, como suspiros, ambrosia e pés de moleque? Você fez algum curso? Seus irmãos gostam da sua comida?

Olha, eu aprendi sozinho. Quer dizer, sozinho, sozinho, também não, que eu assisto a vários programas de tevê que ensinam a arte da culinária. Meus irmãos adoram o que eu cozinho. Né, guris?
LUIS: Principalmente, os doces. O meu preferido é sagu. Com creme de baunilha.
LEONARDO: Eu gosto de carne de panela. Ninguém faz uma carne de panela melhor que a do Lucas. Ah, e gosto de polenta também.

Leonardo, você já surfou em cima de árvores e atravessou rios em cima da sua prancha… Depois, finalmente, viajou com seus irmãos e com a vovó para o Rio de Janeiro. Como foi a sua primeira experiência surfando no mar?

O mar é maravilhoso. Maravilhoso. Maravilhoso. Nunca imaginei que pudesse ser tão alucinante, tão aventuresco, tão magistral, avançar mar a dentro e pegar umas ondas. Adoro entubar. Não tem dia que eu não pegue umas ondas.

Meninos, como anda a vovó? Qual foi a última vez que vocês se viram? Tem se divertido com ela?

LUCAS: A vovó tá bem. Curte muito também passear. Já foi ao Corcovado, ao Pão de Açúcar, que é o meu ponto turístico favorito. Nem preciso dizer o porquê né?
LUÍS: O Rio fez muito bem pra ela. Adora andar de moto pelas ruas do RJ. Curte muito também passear. Já foi ao Corcovado, ao Pão de Açúcar. E ensaiar na escola de samba. Eu faço parte da bateria. Ela vai sair na Sapucaí de baiana.
LEONARDO: Ano que vem, ela vai com a gente passear pelo Havaí. Eu que convidei.

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