25 de fevereiro de 2016

Papeando com Helena Gomes

Hoje é dia de papear com quem gosta de história fantásticas, seja para ler ou para criar, imaginar, escrever e viajar!

Helena Gomes, uma das autores do livro Dragões, maçãs e uma pitada de cafuné, possui mais de 30 obras publicadas, com títulos finalistas no Prêmio Jabuti e no Prêmio FNLIJ, com Selo Altamente Recomendável. Além de escritora e amante dos contos de fadas, ela é jornalista e professora universitária. Para conhecer mais sobre seu trabalho, clique aqui.

Agora, chega de apresentações. Vamos papear?

Quem é a Helena Gomes?
Sou tímida, muito, e já fui daquelas bem travadas quando era jovem. Ainda bem que, com o tempo, fui melhorando, pois me tornei jornalista e professora universitária, profissões que espantam a timidez.
Desde que me entendo por gente, crio histórias na minha cabeça. Quando era criança, escrevia e já desenhava a cena ao lado do texto, para ilustrar. Na adolescência, fazia fanfics dos seriados e filmes de que gostava. Só comecei a levar a sério essa minha vontade de contar e escrever histórias na fase adulta.
Também sou nerd, sempre gostei de ler e adoro cinema, principalmente se for uma boa história de aventura.

O melhor lugar para o surgimento de riscos e rabiscos é…?
Qualquer um: quando a ideia vem, tenho que anotar para não esquecer. Às vezes, surgem diálogos inteiros e, se eu não anoto, mais tarde não consigo escrever igual ao que imaginei.

Quem é o melhor amigo criado por você?
Ih, acho que nenhum. Meus personagens não costumam se relacionar comigo… rs

Uma viagem inesquecível seria dentro de qual livro?
Um que tivesse os maravilhosos cenários da Irlanda.

Qual é seu companheiro favorito de aventuras (reais ou lúdicas)?
Minhas gatas ficam por perto quando estou escrevendo, uma delas sempre se espalhando sobre o teclado, muito folgada…

Escrever um livro é…
Um dom por transportar você a outros mundos, realidades, vivências e conhecimentos. Mas também uma maldição por ser um trabalho tão solitário, que isola você da convivência humana.

Qual é a parte mais legal desse processo (desde o surgimento da ideia até a conclusão do trabalho)?
É a idealização das cenas. Fazer a pesquisa, dependendo do assunto, costuma ser uma tarefa árdua, embora fascinante. Escrever pode fluir ou não, dependendo do momento. O que considero mais cansativo, por exigir mil olhos para nenhum erro passar, é a revisão.

Se não trabalhasse com Educação e Literatura, ou inventasse mundos e personagens, o que você faria?
Na infância, eu queria ser arqueóloga (e isso foi antes de Indiana Jones! rs), mas a minha bronquite deixou claro que eu e o pó jamais poderíamos conviver. Depois dessa fase, decidi que estudaria cinema, mas infelizmente nunca pude realizar esse sonho.

Onde fica/o que você faz quando busca inspiração?
Fico na própria vida, observando. É aqui que estão as ideias.

A melhor página em branco é…
Aquela depois da última, o instante mágico em que você terminou de revisar o livro inteiro, após meses de trabalho.

 

Curiosidade: a imagem abaixo, de autor desconhecido, ajudou Helena a criar o mundo mágico de seu primeiro livro. Conseguem imaginar qual foi a história? A resposta está lá no blog dela!

Mundo de brumas azuis

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Uma resposta para “Papeando com Helena Gomes”

  1. […] história se desrenrola com muito mais desafios do que você imagina e, pra isso, a autora Helena Gomes costurou sete diferentes contos de fadas, com um pouco de tudo o que existe no universo […]

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