29 de outubro de 2014

Papeando com Daniella Bauer

Hoje, dia 29 de Outubro, é comemorado o Dia Nacional do Livro. Por isso o Papeando vai conversar com a autora Daniella Bauer, que ganhou o prêmio literário da Biblioteca Nacional com seu romance de estreia, Morada das Lembranças.

 

Nasci no Rio de Janeiro, mas vim ainda pequena morar em São Paulo, onde moro até hoje com meu marido e filhos. Estudei psicologia na Universidade Paulista e fiz especialização em Psicologia Hospitalar pelo Hospital do Servidor Público Estadual e especialização em psicanálise infantil.

 

Quem é Daniella Bauer?
Leio muito desde menina e essa é uma das minhas grandes paixões. Adoro me perder em boas histórias. Um bom livro é sempre um companheiro que podemos levar à qualquer lugar e um amigo que podemos apresentar à nossos amigos. Sou sonhadora, com alguma dificuldade em aterrissar, emotiva, tímida, determinada, perfeccionista e exigente.

O melhor lugar para o surgimento de riscos e rabiscos é…?
Em qualquer papel que esteja à mão.

O melhor amigo criado por você?
Acho que ainda não criei um melhor amigo nas histórias que escrevi, mas, com certeza tenho alguns bons amigos espalhados por aí. Há uma personagem, ainda sem livro, chamada menina-pipa. Talvez ela possa ser uma melhor amiga. Ela foi minha primeira personagem, foi a precursora de toda minha escrita.

Uma viagem inesquecível seria…?
Nas páginas de “O Velho e o Mar ”, de Ernest Hemingway.

Qual/Quem é seu companheiro favorito de aventuras?
Meus filhos são meus companheiros favoritos de aventuras.

Escrever um livro é…
Pôr em palavras, traduzir os sentimentos e pensamentos que existem em nós e voando por aí.

Se não fosse psicóloga ou inventasse mundos e personagens, o que Daniella faria?
Acho que seria uma sonhadora profissional. Vale?? (risos)

O Morada das Lembranças ficará na memória de muitas pessoas. Mas, e em você? Qual lembrança foi tão marcante a ponto de fazer morada na mente e no coração?
As lembranças das férias da minha infância passadas no Rio na casa dos meus avós. Elas enchem meu coração de saudades e me acompanham sempre.

Onde fica/o que você faz quando busca inspiração?
Trabalho no escritório, mas posso estar em qualquer lugar e ser “atingida” por algo que desperte uma ideia. Pode ser uma música, uma frase, um pedaço de conversa, uma lembrança, algo que me fale mais de perto. É como se um fio fosse puxado por outro.

A melhor página em branco é…
Aquela à espera da primeira palavra.

 

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