4 de fevereiro de 2013

Museu Imperial de Petrópolis

Muita história, mistério, encrenca e inteligência. É isso que move os personagens de Os Invencíveis, de Ana Cristina Massa. Esse grupo de cinco adolescentes está sempre se metendo em alguma aventura e desafiando-se entre si para resolver as charadas que aparecem pelo caminho.

O mais legal dessas aventuras é que elas se passam em lugares do Brasil que foram muito importantes em algum momento da nossa história. Ana Cristina consegue aliar a ficção com o real, trazendo a história para mais perto dos leitores, de um jeito muito mais divertido e lúdico.

Em seu primeiro livro da série Os Invencíveis, Mistério no Museu Imperial, as crianças precisam solucionar um estranho caso que acontece nos corredores escuros desse antigo edifício. Para isso, eles precisam conhecer muito bem todos os aposentos e cômodos dessa construção enorme. Quer aprender um pouco mais também?

A ideia do Museu Imperial surgiu com D. Pedro I que, em suas idas a Minas Gerais, adorava o clima da serra fluminense. Sua ambição de construir uma residência na região, no entanto, foi concretizada por seu filho, D. Pedro II, que ergueu ali um Palácio de Verão. Após sua morte, o local foi alugado pela Princesa Isabel até o advento da República, quando se tornou o Colégio Notre Dame de Sion.

Em 1943, Getúlio Vargas decretou que o antigo Palácio seria transformado em museu. Mantendo as características originais, como o piso e alguns artefatos utilizados pela Família Real, o Museu Imperial de Petrópolis é um dos museus mais visitados de todo o país, principalmente por ter um acervo tão amplo e rico.

Lá dentro, é possível encontrar a carruagem utilizada pela Família Real, a coroa feita de ouro e incrustada de pedras preciosas que o Imperador usava, a Sala de Música, de Reuniões, de Jantar. Andar pelo Museu é como ser levado direto para o período imperial e imaginar como devia ser a rotina de todos os habitantes da casa e até mesmo da sociedade da época. É uma verdadeira viagem no tempo, e os administradores do Museu pretendem manter essa característica por muito tempo, cuidando direitinho de tudo lá dentro – não se pode tirar fotos com flash nem andar de sapato por lá. Para não riscar o chão, que é original da época em que o Palácio foi construído, é preciso calçar uma pantufa! Imagina que estranho?

Bom, o que importa é que essa medida vale muito a pena: preservar o patrimônio histórico do nosso país é exercer o nosso dever de cidadão, cuidando para que nossa História seja muito bem guardada!

A Editora Biruta recomenda uma visita ao local! Se não der pra ir até lá, sem problemas: que tal fazer um tour online? Clique aqui e conheça o interior do Museu Imperial de Petrópolis!

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