16 de novembro de 2015

A história do chiclete

O Goma ficou muito animado com a nova capa do livro Mistério no Museu Imperial, e quis até escrever pro Blog Biruta Gaivota. Só que ele não sabia o que falar, nem por onde começar, então demos a ideia de escrever uma Enciclopédia Biruta sobre a história do chiclete.

A ideia foi um sucesso, é claro. O único problema é que ele só conhece uma parte da história (que ele já contou lá no livro):

Existem algumas histórias diferentes sobre a origem do chiclete, mas a que eu mais gosto é essa: um homem morava no México. Era jovem, chamava-se Lopes. Ele foi para os Estados Unidos, mais ou menos em 1870. Ele tinha um hábito, parecido com o meu: mascar. Ele mascava chicle, uma goma extraída de uma árvore. Dizem que os maias descobriram essa goma, mas foi o genial Thomas Adams que ficou amigo de Lopes e resolveu fabricar o chicle…

Então, ele decidiu fazer uma pesquisa e descobriu várias informações curiosas pra contar:

banner_blog_chiclete

  • Existem várias versões dessa história e ninguém sabe dizer quando as pessoas começaram a mascar essa goma extraída das ávores, mas antes mesmo da colonização europeia já existia esse hábito;
  • A árvore que dá o latéx se chama sapotizeiro, e a goma se chama sapoti;
  • Thomas Adams, fabricou o primeiro lote de chicletes em formato de bola, em 1872, usando as resinas naturais aromatizadas com extrato de alcaçuz;
  • Durante a Segunda Guerra Mundial, o chiclete era como terapia relaxante para o estresse diário dos soldados;
  • Depois da guerra, as resinas naturais foram substituídas por substâncias sintéticas derivadas do petróleo;
  • Os primeiros chiclés sem açúcar surgiram em 1960, com o objetivo de diminuir o risco de cáries, ajudar a manter os denter limpos e estimular a produção de saliva para remover partículas de alimentos que ficam entre os dentes;
  • Hoje em dia, a goma do chiclete tem ingredientes como borracha sintética, parafina, óleos vegetais, conservantes químicos, antioxidantes, carbonato de cálcio, açúcar, aromas, corantes, glicerina e alguns ácidos cítricos (quando tem aquele sabor azedinho);
  • A primeira bola soprada de chiclete foi feita em 1994 por uma americana, e tinha o tamanho de uma bola de vôlei (essa nem eu consegui ainda!)

E agora vem a parte que o Goma mais gostou de pesquisar: os benefícios de mascar chiclete

  • Aumenta o ritmo cardíaco
  • Ativa os mecanismos do cérebro responsáveis pela memória
  • Aumenta a oxigenação do cérebro
  • Aumenta a produção de saliva, que diminuiu a acidez dentro da boca e diminui a possibilidade de cáries (mas isso só serve para os chicletes sem açúcar, é claro!)
  • O aumento de saliva também impede que as bactérias ruins se multipliquem na boca e causem mau hálito (por isso ninguém reclama do hálito do nosso amigo Goma!)
  • Pode aliviar a vontade de comer doces, mas só quando estamos devidamente alimentados
  • Alivia a ansiedade
  • Diminui o stress

E pra não deixar nada de fora, o Goma também fez uma lista de alguns alertas para quem gosta muito, assim como ele, de mascar chiclete:

  • Quando mascamos chiclete, nosso organismo entende que estamos comendo e ocorre um aumento na acidez do estômago. Como, na verdade, não há alimento para digerir, o ácido acaba agredindo a parede do estômago e pode causar problemas sérios, principalmente para quem já tem dificuldades como gastrite;
  • Há risco de bruxismo ou problemas na dentição em quem masca chiclete por muitas horas seguidas todos os dias e acaba sobrecarregando a mandíbula

Fontes de pesquisa:

Origem

Benefícios

Compartilhe ...

E deixe seu comentário!

Deixe uma resposta

Desenvolvido por Miguel Medeiros